Demanda por crédito cresce 54% em abril comparado ao mês de 2020

INDC recua 11% em abril frente a março. A queda está relacionada ao impacto da pandemia. Saiba essa e maiores informações!

INDC recua 11% em abril frente a março. A queda está relacionada ao impacto da pandemia. Enquanto março sofreu apenas em parte, o isolamento social foi muito sentido no mês de abril. De um lado há a insegurança quanto à renda futura implica na queda da confiança do consumidor e, por consequência, reduz o consumo de bens duráveis e semiduráveis. E de outro, o próprio isolamento fez as pessoas frequentarem menos centros comerciais, reduzindo o consumo por impulso.

A demanda no varejo saltou 231% em abril

Na comparação com igual mês de 2020 e fez com que o incremento global da busca por crédito crescesse 54% no período. Em relação ao mês de março, porém, houve um recuo da busca por financiamentos de 11%. Os dados são do Índice Neurotech de Demanda por Crédito (INDC). O indicador mede mensalmente o número de solicitações de financiamentos nos segmentos de varejo, bancos e serviços.

Na base mensal, o indicador tem oscilado com altas e baixas consideradas sazonais: caiu 9% em fevereiro, cresceu 2% em março, e voltou a cair em abril. No mês passado, todos os setores registraram queda em relação a março. Bancos e financeiras tiveram recuo de 14%, Serviços caiu 1% e Varejo, 3% (-).

A recente queda está relacionada ao impacto da pandemia

“Enquanto março sofreu apenas em parte, o isolamento social foi muito sentido no mês de abril. Há tanto a insegurança quanto à renda futura, o que implica na queda da confiança do consumidor e, por consequência, reduz o consumo de bens duráveis e semiduráveis, quanto o próprio isolamento, que faz as pessoas frequentarem menos centros comerciais, reduzindo o consumo por impulso”, explica o diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech, Breno Costa.

Já na comparação anual, as altas têm sido sucessivas e exponenciais, com destaque para varejo, puxado pelo segmento Vestuário e Lojas de Departamento, com altas de 997% e 409.140%, respectivamente. “São ramos que praticamente zeraram em abril do ano passado por conta do início do isolamento imposto pela pandemia, o que justifica os números tão expressivos”, diz Costa.

No início da pandemia houve uma interrupção quase que imediata do crédito

Ele observa que o crescimento na base anual é explicado também pelo aprendizado das varejistas. No início da pandemia, em março de 2020, houve uma interrupção quase que imediata do crédito, que era concedido presencialmente.

Levou alguns meses para que as empresas se adaptassem e criassem formas de conceder crédito online, viabilizado pelas novas tecnologias. “A procura de crédito no ano passado foi praticamente zerada. O setor beijou a lona no ano passado e agora volta ao patamar normal”, ressalta Costa.

O setor varejista foi seguido por Serviços com crescimento de 134%

E Bancos e financeiras, com 30%, na base de 12 meses. Nos curto e médio prazos, a tendência é de acomodação, tanto por conta da insegurança quanto ao futuro quanto em decorrência da alta da taxa básica de juros, que subiu para 2,75%, com viés de alta do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

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