Demanda por crédito cresce 11% em agosto

Busca por crédito ficou 11% maior em agosto. Indicador medido pelo INDC foi puxado pelo setor de Varejo, que registou alta de 35% no mês passado em relação a julho
Busca por crédito ficou 11% maior em agosto. Indicador medido pelo INDC foi puxado pelo setor de Varejo, que registou alta de 35% no mês passado em relação a julho

A demanda por crédito no mês de agosto cresceu 11% na comparação com julho. É o mesmo percentual de crescimento registrado em relação a agosto de 2020. Na comparação com janeiro/2020 (mês referência pré-pandemia), porém, houve alta de 41%, com expansão registrada em todos os setores. É o que mostra Índice Neurotech de Demanda por Crédito (INDC). O indicador mede mensalmente o número de solicitações de financiamentos nos segmentos de varejo, bancos e serviços.

Na comparação de agosto contra janeiro/2020, Serviços foi o grande destaque, com alta de 95%. Varejo cresceu 87% e Bancos e Financeiras, 25%. Em relação a julho, houve queda de – 7% em Serviços. Varejo e Bancos e Financeiras cresceram 35% e 7%, respectivamente.

Retomada é gradual e IOF não deve prejudicar

De acordo com Breno Costa, diretor de Produtos e Sucesso do Cliente da Neurotech, esse movimento mostra uma volta gradual para um território próximo da neutralidade. Com a retomada da atividade econômica, a propensão ao consumo também iniciou um ciclo de recuperação, colaborando para aumento da demanda por crédito por parte dos consumidores. “Dentro deste cenário, é possível que haja uma desaceleração da concessão de crédito na comparação mensal, mas ainda assim o crescimento anual tem se mostrado contínuo”, diz.

Costa acredita que o aumento do IOF não deve provocar impacto negativo significativo na demanda por crédito, pois em termos absolutos o impacto no valor dos empréstimos é pequeno. “Em um empréstimo de R$ 10 mil feito em 12 vezes, por exemplo, o aumento corresponde a R$ 142. Não é esse valor que fará a pessoa desistir de pedir o empréstimo”, destaca.

Móveis puxam desempenho do Varejo

Em agosto, o destaque ficou com Móveis, que expandiu 126%. Tal aumento está relacionado às mudanças da relação do brasileiro com a casa. “Ao ficarem em home office por muito tempo, as pessoas passaram a investir mais em reformas e no conforto do lar, o que leva ao aumento da demanda por móveis”, diz Costa. Na comparação com janeiro, o crescimento é de 130%. Mas em relação a igual mês do ano passado, houve queda (-33%).

O INDC mostra ainda que, na base mensal, Vestuário (-15%) e Lojas de Departamento (-14%) foram os únicos a registrar queda. Já numa análise anual, se destacam Eletros e Outros, com alta de 210% e 334%, respectivamente. Na comparação com janeiro, todos os segmentos tiveram alta, exceto Lojas de Departamento (-4%) e Outros (-54%).

Acompanhe o INDC: https://www.neurotech.com.br/demanda-por-credito-cresce-33-no-primeiro-semestre/

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